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Sofia Margarida

Vem descobrir. Vem partilhar. Vem conhecer um mundo que é só meu...

É quando tenho de encaixotar tudo...

que percebo que afinal já tenho muitos livros ( Não tantos como a Magda, Claro!)! É bom olhar para tantos e maravilhosos livros que me fizeram sonhar.

Apesar de ser recente a minha paixão por livros ( e agradeço às meninas do Clube das Pistosgas por me incentivarem) o meu carinho por eles é imenso, estou extramamente preocupada se algum deles se vai machucar com a mudança, dentro de caixas e sacos.

Sábado quando for desempacotar vem a nova tarefa de os organizar na estante.

Aleatório? por ordem alfabética? por autor? Como é que organizam a estante?

 

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Livros: Jane Eyre

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Sinopse:

Considerada uma obra-prima da literatura inglesa, Jane Eyre é um romance da escritora inglesa Charlotte Brontë, publicado no século XIX, mais precisamente em 1847. Jane Eyre é uma autobiografia ficcionada da protagonista que, depois de uma infância e adolescência desprovidas de afecto, se torna preceptora em Thornfield Hall e se apaixona pelo seu proprietário, Mr. Rochester. Plenamente correspondida nos seus sentimentos, Jane julga ter encontrado o amor por que ansiara toda a vida, mas Thornfield Hall esconde um segredo tenebroso que ameaça ensombrar a sua felicidade. Numa atmosfera misteriosa e inesquecível, acompanhamos esta heroína de espírito puro e apaixonado, que trava uma luta interior constante para se manter fiel às suas convicções e a si própria. Uma história sobre a liberdade humana, repleta de elementos dramáticos (incêndios, tempestades, tentativas de homicídio) que compõem uma atmosfera de mistério e suspense.

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A minha opinião: 

Jane, uma jovem a quem a vida desde muito cedo foi dura e complicada, orfã, indesejada pela pouca família que pensa ter acaba por ingressar num instituição, onde a sua vida também está longe de ser fácil. Uma jovem com um espírito forte, puro, que ambiciona um vida melhor do que a que tem, decide partir para Thornfield Hall para se tornar preceptora. 

Jane apaixona-se pelo seu amo, um amor lindo, emocionante, de encher o coração. Ela, com menos vinte anos, que não se considera uma jovem bela,  apaixona-se pelo seu patrão a quem ela considera um homem feio e duro. Um amor que tem de sobreviver aos mais difíceis momentos, mas que por ser puro e tão verdadeiro nada o destrói. 

Fiquei encantada com a personalidade encantadora de Jane e com a forma como ela e o seu Mr. Rochester conversam. É verdadeiramente apaixonante.

Tenho pena de não ter lido este livro mais cedo, porque realmente é uma obra de nos deixar com um suspiro no fim.

 

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Um momento que gostei:

 

"Eu era, literalemente ( como ele me chamava), a maça dos seus olhos. Ele via a naturez, lia livros, através de mim e eu jamais me cansei de ver em seu nome e de exprimir em palavras as imagens dos campos, das árvores, das cidades, dos rios, das nuvens, dos raios de Sol, da paisagem à nossa volta."

 

 

 

Podem ver as restantes opiniões do Clube das Pistosgas que lêem - M*, Magda, Nathy 

 

 

 

 

Livros : A ilha das garças

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Sinopse: No interior de um mosteiro beneditino na ilha de Egret, ao largo da costa da Carolina do Sul, repousa um misterioso trono com sereias gravadas, dedicado a uma santa que, segundo a lenda, era sereia antes da sua conversão.
Quando Jessie regressa à ilha por causa de um acto de violência aparentemente inexplicável da sua excêntrica mãe, a sua vida prima pela normalidade e o seu convencional casamento com Hugh é seguro e estável. Jessie ama Hugh mas, uma vez na ilha, a atracção que sente pelo irmão Thomas, um monge que está prestes a fazer os votos solenes, é irreprimível.
Rodeada pela beleza exótica dos pântanos, deltas e garças majestosas, Jessie debate-se com a tensão do desejo, com a luta e a negação dos seus próprios sentimentos, com a liberdade a que acha que tem direito e com a força inexpugnável do lar e do casamento. Será que o poder do trono da sereia é apenas um mito? Ou será capaz de alterar o seu destino? O que está prestes a acontecer irá desvendar as raízes do passado atormentado da mãe, mas, acima de tudo, permitir que Jessie se reconcilie com a vida.

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A minha opinião: Ao inicio custou-me passar as páginas, perdia-me , não me conseguia prender na história... mas apenas umas páginas depois começei a ficar cada vez mais apaixonada, até que não descansei até chegar ao fim.

Este livro conta a história de uma mulher que regressa à sua terra natal, sozinha, para ajudar a sua mãe que passa por uma fase turbulenta. No meio de toda a confusão, acaba apaixonada por um monge, traíndo Hugh. Descobre que mais que uma traição, na ilha ela descobriu-se, compreendeu-se, passando a assumir uma ligação com ela própria que não conhecia. O livro marcou-me muito, pela força interior que Jessie conquistou. Pelo amor que ganhou dos outros e mais importante... o amor próprio.

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Um momento que gostei: 

(o livro era emprestado e esqueci-me de apontar a frase - mas fica explicado o momento)

O momento em que o irmão Thomas diz à Jessie que o amor deles os há-de salvar e condenar ao mesmo tempo.

 

Livros : Glória Mortal

 

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Sinopse: A primeira vítima foi encontrada num passeio à chuva. A segunda foi morta no próprio apartamento. Eve Dallas, tenente da polícia de Nova Iorque, não tem dificuldade em ligar os dois crimes. Afinal, ambas as mulheres eram bonitas, famosas, e as suas vidas e amores glamorosos enchiam as capas das revistas. As suas relações íntimas com homens poderosos dão a Eve uma longa lista de suspeitos, incluindo Roarke, o seu próprio companheiro. Como mulher, Eve tem toda a confiança no homem que partilha a sua cama. Mas como polícia, é sua obrigação seguir todas as pistas… investigar todos os rumores escandalosos… explorar todas as paixões secretas, por mais obscuras que sejam. Ou perigosas!

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A minha opinião: Não conhecia a escritora J.D. Roob (pseudónimo de Nora Roberts) e tive uma agradável surpresa. Gosto da sua escrita, simples, clara, usando as palavras certas para me cativar.

A história em si cativou-me , mantive-me sempre cheia de vontade de descobrir quem era o assasino e porque motivo fazia ele algo assim. Quase dei por mim a dizer "Dallas, experimenta interrogar este sujeito" , "esse não é Dallas, estás enganada" ...

Dallas é uma mulher forte mas com medo do amor, com dificuldades em aceitar o seu amor por Roarke. E em simultâneo com os misteriosos crimes encontramos uma bonita história de amor.

O que menos gostei foi, sem dúvida, uma vez que a história se passa no futuro, em 2058, as novas tecnologias existentes, nem sempre conseguia visualizar e compreender o que eram.  

Mas em resumo, não é o melhor livro de sempre mas gostei e tenho vontade de ler mais coisas da autora.

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Um momento que gostei: 

"Ele tinha o maxilar esmurrado, sangue no casaco e um brilho no olhar. Ela perguntava-se se perdera o juízo. - Estamos aqui, espancados de morte, a abandonar o local do crime onde um de nós ou ambos podiamos ter ido desta para melhor, e pedes-me em casamento?

Ele voltou a passar o braço à volta da cintura dela e puxou-a. - É a altura perfeita."

 

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Este livro foi lido ao mesmo tempo por todo o Clube das Pistosgas que lêem, vejam aqui as outras opiniões: Magda. Nathy e M*

 

 

Livros: À procura de Alaska

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Sinopse:

Na escuridão atrás de mim, ela cheirava a suor, luz do sol e baunilha, e, nessa noite de pouco luar, eu pouco mais podia ver além da sua silhueta, mas, mesmo no escuro, consegui ver-lhe os olhos - esmeraldas intensas. E não era só linda, era também uma brasa."
Alaska Young. Lindíssima, esperta, divertida, sensual, transtornada… e completamente fascinante. Miles Halter não podia estar mais apaixonado por ela. Mas, quando a tragédia lhe bate à porta, Miles descobre o valor e a dor de viver e amar de modo incondicional.
Nunca mais nada será o mesmo.

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A minha opinião:

Para mim os livros do John Green são de leitura leve, divertida, jovem... Adoro a sua forma simples de escrever e a sua imaginação para criar histórias. 

Este livro fala da história de um rapaz, como tantos outros, marginalizados na selva que é o ensino, onde se juntam por grupos. Com muita vontade de encontrar a sua " Grande Incógnita", Badocha decide abandonar a sua antiga escola e entrar numa escola interna. Longe do que ele podia imaginar, começa a fumar , a beber, junta-se ao grupo dos "rebeldes" e encontra a sua grande paixão, Alaska. Uma rapariga linda, mas com uma personalidade difícil de compreender... Quando, finalmente, a consegue beijar... algo muda para sempre! Um livro que conta muitos dos dilemas dos jovens como popularidade ou falta dela, lealdade, amizade, separação, união, amor , paxão... Um livro em contagem decrescente até ao "momento" e a contagem crescente depois dele.

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Um momento que gostei:

 - Passamos a vida inteira encurralados no labirinto, a pensar em como sairemos dele um dia e em como será espetacular, e a imaginar que o futuro nos mantém a andar, mas nunca de lá saímos. Limitamo-nos a usar o futuro para fugir ao presente.

- Acho que aquilo fazia sentido. Eu imaginava a vida no Creek mais empolgante do que era - na verdade, tinha havido mais trabalhos de casa do que aventura -, mas se não tivesse imaginado assim, nunca teria vindo para o Creek.

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